Serviços da Vivo passam por instabilidade nesta sexta-feira

Na manhã desta sexta-feira (25), os clientes da Vivo relataram uma perda de sinal. As reclamações, que começaram às 10h da manhã, incluíam a perda de sinal no telefone como também instabilidade da internet e na televisão. No site Downdetector, o pico das reclamações começou às 10h04. A partir das 10h34, elas diminuíram, mas ainda persistem.Veja também: Google, Claro, Oi, TIM e Vivo anunciam lançamento do RBM no BrasilOi faz acordo de venda com Tim, Claro e VivoComo priorizar as redes Wi-Fi com o melhor sinal no AndroidTatuagens com eletrodos podem ser usadas para medir sinal cerebral

A maior parte das reclamações tiveram origem nas cidades de Brasília, São Paulo, São José dos Campos, Santo André, Campinas, São Bernardo do Campo, Jundiaí, Osasco, Florianópolis e Rio de Janeiro. Cerca de 57% das reclamações estão relacionadas ao acesso à internet e 41% à telefonia.

No Twitter, muitos usuários demonstraram seu descontentamento com a situação. Nos comentários, a Vivo orientou os clientes a reiniciar os celulares para resolver o problema.Sou a única pessoa sem sinal de celular da @vivobr neste momento? Tudo funcionando certinho aí para vocês?— Talita Marchao (@t_marchao) September 25, 2020ALGUÉM MAIS ESTÁ SEM SINAL DA @vivobr ?— Custódio Dias (@CustodioDias) September 25, 2020Caiu o sinal da @vivobr no fim do treino da F1 e eu fico como? ðŸ˜Â pic.twitter.com/sM8BMSOjCn— Michelle 👉ðŸÂ¼ #IStandWithLewisHamilton (@mibragantini) September 25, 2020Sem sinal de celular @vivobr na ZL, alguem mais ta sem rede?— Yayá da Tecnologia Mística (@MartaCelestino) September 25, 2020@vivobr Oq aconteceu com os sinais de celular … caíram todos !— Elder Farina (@elderff86) September 25, 2020

Venda de unidade móvel da OiNo dia 7 de setembro, a Oi anunciou que aceitou a oferta de R$ 16,5 bilhões por sua unidade móvel. O consórcio comprador é formado pelas operadoras Claro, Tim e Vivo. A venda faz parte do processo de recuperação judicial da empresa, avaliado em R$ 819 milhões.Segundo documento disponibilizado, R$ 756 milhões se referem a serviços de transição que a própria Oi vai prestar por até 12 meses. Além disso, há o acréscimo de compromissos de celebração de contratos de longo prazo, na prestação de serviços de capacidade de transmissão da modalidade take or pay pela empresa.Via: Telesintese

Fonte: OlharDigital